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Maysa não é cool… mas é cool

Fina no color blocking

Ela não era exatamente o que a gente poderia chamar de cool. Porque era passional demais, over demais pro que entendemos por cool. Mas ao mesmo tempo, como negar o status cool de uma mulher que roubou o boy da Nara Leão, que batia de frente com a esquentadinha Elis Regina, que foi uma Monjardim Matarazzo, e acima de tudo que cantava fodasticamente bem? Maysa era cool no sentido de ser muito autêntica, e era muito humana em todos os seus problemas.

Encontrei num blog esse negócio maravilhoso que era uma seção chamada “Buraco da fechadura” na “Revista do rádio“, tipo uma coletânea de fatos a respeito de um famoso. O que é mais legal nesse da Maysa é que parece um passo-a-passo de como ser cool! Vê aí:

· Seu verdadeiro nome é Maysa Monjardim.

· Nasceu no Rio, num dia 6 de junho.

· Compõe desde pequena.

· Já fez “ponta” (participação) em vários filmes nacionais.

· É desquitada.

· Tem um filho (Jayme) de dois anos e meio de idade.

· Torce pelo Fluminense, mas gosta, também, do Flamengo.

· Nunca participa de conversas sobre “piches” (falar mal dos outros).

· Não se considera econômica, mas também não é perdulária.

· Reside em Copacabana num lindo apartamento.

· É temperamental.

· Aos 12 anos de idade compôs o seu primeiro Samba-Canção.

· Gosta de ir a praia para ver o mar.

· Lê em Francês e Inglês.

· Seu passatempo predileto é tocar violão e piano.

· É fã do bom cinema.

· Não sai de casa sem pintura (maquiagem).

· Gosta de ouvir suas gravações.

· Não acredita em superstições.

· Alimenta-se bem, porém em pouca quantidade.

· Mede 1,68 e pesa 62 quilos.

· Adora ficar olhando a Lua cheia.

· Seu perfume favorito é “Dioríssimo”.

· Começou cantando em São Paulo, na Rádio e TV Record.

· Seu costureiro é o Dener, de São Paulo.

· Prefere os escritores estrangeiros.

· Calça sapato 37.

· À noite, prefere os trajes leves.

· Deita tarde e nunca levanta antes do meio-dia.

· Considera-se muito franca e sincera.

· Dificilmente discute política.

· Sua maior vontade é conhecer o mundo.

· Acredita no coração das criaturas.

· É desprendida.

· Não guarda rancor do que lhe fazem.

· Veste-se dentro da moda.

· Não dispensa uma seresta musical.

· Tem muitos amigos de verdade.

(publicado no nº 482 da Revista do Rádio em 1958)

Fonte!

Fina. E falando nisso, tô achando superfino ter mais de um time de futebol. O Chico Anysio tinha (Vasco e Palmeiras). A Maysa, pelo visto, também pendia pra dois. Eu tenho 3: Atlético Mineiro, São Paulo e Avaí. Confesso que é por puro exotismo: Atlético porque o apelido é Galo (eu acho fofo) e foi o 1º (e até agora único) jogo que assisti ao vivo em estádio; São Paulo porque era o do meu avô; Avaí porque achei o brasão simpático.
Mas, também, do que precisa pra você virar de um time? São os motivos mais bobos mesmo, não?

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